Tendência temporal da toxoplasmose em gestantes e congênita no Brasil durante a pandemia da covid-19

Dubey JP, Lago EG, Gennari SM, Su C, Jones JL. Toxoplasmosis in humans and animals in Brazil: high prevalence, high burden of disease, and epidemiology. Parasitology. 2012;139(11):1375-424. https://doi.org/10.1017/S0031182012000765.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de vigilância em saúde: volume único [Internet]. 3ª ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2019 [citado 2026 jan. 14]. Disponível em: https://www.saude.mg.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/guia_vigilancia_saude_3ed-0bd.pdf.

Lopes-Mori FMR, Mitsuka-Breganó R, Capobiango JD, Inoue IT, Reiche EMV, Morimoto HK et al. Programs for controlling congenital toxoplasmosis in Brazil: a systematic review. Rev Soc Bras Med Trop. 2021;54:e05552020. https://doi.org/10.1590/s0104-42302011000500021.

Garcia JL, Navarro IT, Ogawa L, Oliveira RC, Kobilka E. Soroprevalência, epidemiologia e avaliação ocular da toxoplasmose humana na zona rural de Jaguapitã (Paraná), Brasil. Rev Panam Salud Publica. 1999;6(3):157-63. https://doi.org/10.1590/s1020-49891999000800002.

Siqueira GL, Oliveira Fontes GR, Silva AG, Gomes CRG, Ferreira FM, Siqueira Guida JP et al. The effect of the Covid-19 pandemic on the maternal mortality rate and the achievement of the Sustainable Development Goal in Brazil. BMC Public Health. 2025;25(1):2005. https://doi.org/10.1186/s12889-025-23219-9.

Fabri ER, Canônico SB, Silva RMM, Ferreira H, Zilly A, Contiero AP. Prevalência e fatores associados à realização de exames pré-natais na pandemia de COVID-19: um estudo transversal. Esc Anna Nery. 2023;27:e20230009. https://doi.org/10.1590/2177-9465-EAN-2023-0009pt.

Oliveira WK, Duarte E, França GVA, Garcia LP. Como o Brasil pode deter a COVID-19. Epidemiol Serv Saúde. 2020;29(2):1-8. https://doi.org/10.5123/S1679-49742020000200023.

Cardoso PC, Souza TM, Rocha DS, Menezes LRD, Santos LC. A saúde materno-infantil no contexto da pandemia de COVID-19: evidências, recomendações e desafios. Rev Bras Saúde Mater Infant. 2021;21(Supl. 1):S221-8. https://doi.org/10.1590/1806-9304202100S100011.

Silva GBM, Farina JF, Modesto FK, Souza IE, Modesto IE, Souza MLCV et al. Aspectos epidemiológicos da toxoplasmose gestacional na cidade do Rio de Janeiro, durante o período de 2019 a 2023. Obs Econ Latinoam. 2025;23:e9379. https://doi.org/10.55905/oelv23n3-133.

Caetano R, Silva AB, Guedes ACCM, Paiva CCND, Ribeiro GDR, Santos DL, Silva RMD. Challenges and opportunities for telehealth during the COVID-19 pandemic: ideas on spaces and initiatives in the Brazilian context. Cad Saúde Públ. 2020;36:e00088920. https://doi.org/10.1590/0102-311X00088920.

Barreto ML, Teixeira MG, Bastos FI, Ximenes RAA, Barata RB, Rodrigues LC. Successes and failures in the control of infectious diseases in Brazil: social and environmental context, policies, interventions, and research needs. Lancet. 2011;377(9780):1877-89. https://doi.org/10.1016/s0140-6736(11)60202-x.

Uchoa JL, Sales AAR, Joventino ES, Ximenes LB. Indicators of quality of prenatal assistance: pregnants at family’s health unit. Rev Enferm UFPE On Line. 2010;4(1):212-20. https://doi.org/10.5205/reuol.724-5678-1-LE.0401201028

Silva RC, Langoni H. Toxoplasma gondii: host-parasite interaction and behavior manipulation. Parasitol Res. 2009;105(4):893-8. https://doi.org/10.1007/s00436-009-1526-6.

Carvalho QS, Carvalho NQC, Fontinele AS, Araújo ABA, Batista FMAB. Epidemiologia da toxoplasmose na gravidez e pós-parto. Rev Enferm Atual In Derme. 2025;99(suppl 1):e025076. https://doi.org/10.31011/reaid-2025-v.99-n.supl.1-art.2463.

Chisini LA, Castilhos ED, Costa FS, D’Avila OP. Impact of the COVID-19 pandemic on prenatal, diabetes and medical appointments in the Brazilian National Health System. Rev Bras Epidemiol. 2021;24:e210013. https://doi.org/10.1590/1980-549720210013.

Chmielewska B, Barratt I, Townsend R, Kalafat E, van der Meulen J, Gurol-Urganci I et al. Effects of the COVID-19 pandemic on maternal and perinatal outcomes: a systematic review and meta-analysis. Lancet Glob Health. 2021;9(6):e759–e772. https://doi.org/10.1016/S2214-109X(21)00079-6.

Oliveira GKA, Ferreira SRR, Moura VOL, Siqueira VDS, Reis TSA, Bridi V et al. Biological screening for congenital toxoplasmosis in newborns from Jataí, Goiás, Brazil: a cross-sectional study. Rev Esc Enferm USP. 2024;58:e20230408. https://doi.org/10.1590/1980-220x-reeusp-2023-0408en.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Protocolo de notificação e investigação: toxoplasmose gestacional e congênita [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2018. [citado 2026 jan. 14]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_notificacao_investigacao_toxoplasmose_gestacional_congenita.pdf.

Brasil. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS nº 5.201, de 19 de agosto de 2024. Estabelece diretrizes para incluir novas doenças na Lista Nacional de Notificação Compulsória. Diário Oficial da União. 2024 ago. 19; Seção 1:127 [citado 2026 jan. 14]. Disponível em: https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-5.201-de-15-de-agosto-de-2024-579010765.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde Coordenação-Geral de Gestão de Tecnologias em Saúde Coordenação de Monitoramento e Avaliação de Tecnologias em Saúde. Relatório de recomendação: Ampliação do uso do teste do pezinho para a detecção da toxoplasmose congênita [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2020. [citado 2026 jan. 14]. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2020/relatorio_teste_pezinho_deteccao_toxoplasmose_congenita_516_2020_final.pdf.

Gonçalves AVS, Barros EAM, Carneiro VP, Macedo STC, Silva NJM, Rodrigues AES et al. Prevalência de parasitos intestinais em ribeirinhos no norte do Brasil. Rev Eletrônica Acervo Saúde. 2024;24(12):e171334. https://doi.org/10.25248/REAS.e17734.2024.

Kubo HKL, Campiolo EL, Ochikubo GT, Batista G. Impacto da pandemia da COVID-19 no serviço de saúde: uma revisão de literatura. Rev Interam Med Saúde. 2020;3:e140. https://doi.org/10.31005/iajmh.v3i0.140.

Mello R, Oliveira G, Spinato G, Baptistella AR, Bonamigo EL. Perfil epidemiológico da toxoplasmose em gestantes e soroprevalência nacional. Arq Catarin Med. 2022;51(1):71-88. https://doi.org/10.63845/71abvh20.

Malta JMAS, Cabral CM, Nóbrega AA, Leal PL, Alves RMS, Almeida SML et al. Surto de toxoplasmose no município de Gouveia, Minas Gerais, 2015. J Health Biol Sci. 2019;7(3):233-41. https://doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v7i3.2375.p233-241.2019.

Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde. Observatório de Clima e Saúde. As inundações no Rio Grande do Sul: impactos imediatos e possíveis consequências sobre a saúde da população [Internet]. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2024 [citado 2026 jan. 14]. Disponível em: https://climaesaude.icict.fiocruz.br/sites/climaesaude.icict.fiocruz.br/files/Inundacoes_no_Rio_Grande_do_Sul_e_a_saude.pdf.

Magalhães Filho FJC, Mendes AT, Santos GR, Benetti AD, Dornelles F. Enchentes e inundações no Rio Grande do Sul em 2024: impactos e desafios para a gestão integrada de políticas públicas no saneamento básico. Bol Reg Urb Ambient. 2024;33. https://dx.doi.org/10.38116/brua33art1.

Pugliesi CHH, Fabene MR, Marques FRDM, Mareze M, Salci MA, Charlo PB. Estudo epidemiológico de gestantes atendidas pelo sistema único de saúde com ênfase na toxoplasmose. Saúde Coletiva. 2020;10(58):3803-16. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2020v10i58p3803-3816.

Saatchi M, Khankeh HR, Shojafard J, Barzanji A, Ranjbar M, Nazari N et al. Communicable diseases outbreaks after natural disasters: a systematic scoping review for incidence, risk factors and recommendations. Prog Disaster Sci. 2024;23:100334. https://doi.org/10.1016/j.pdisas.2024.100334.

Comments (0)

No login
gif